Avaliação Psicológica e Neuropsicológica da PHDA em Adolescentes e Adultos
A avaliação da Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é um processo clínico que permite compreender o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental da pessoa, explorar a presença de características compatíveis com PHDA e avaliar o impacto das dificuldades nas diferentes áreas da vida.
Na adolescência e na idade adulta, a PHDA nem sempre é facilmente reconhecida. A hiperatividade física pode tornar-se menos evidente e algumas dificuldades podem manifestar-se através de inquietação interna, procrastinação, desorganização, esquecimentos frequentes, impulsividade ou dificuldade em iniciar, manter e concluir tarefas.
Em algumas pessoas, as dificuldades são claramente visíveis. Noutras, podem permanecer parcialmente ocultas durante anos através de estratégias compensatórias e de um esforço significativo para corresponder às exigências académicas, profissionais, familiares ou sociais.
Por esse motivo, a avaliação não procura apenas identificar sintomas. Procura compreender como a pessoa funciona, desde quando existem as dificuldades, em que contextos surgem e qual o impacto que têm no quotidiano.
Quando pode fazer sentido realizar uma avaliação?
A possibilidade de PHDA pode ser considerada quando existem dificuldades persistentes como:
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dificuldade em manter a atenção durante aulas, reuniões, leituras, conversas ou tarefas prolongadas;
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procrastinar tarefas importantes, apesar de saber que o adiamento poderá trazer consequências;
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saber o que é necessário fazer, mas sentir dificuldade em começar;
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iniciar várias tarefas ou projetos e ter dificuldade em terminá-los;
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esquecer compromissos, prazos, objetos, pagamentos, mensagens ou outras responsabilidades;
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ter dificuldade em organizar horários, prioridades e tarefas;
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subestimar frequentemente o tempo necessário para realizar uma atividade;
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depender de listas, alarmes, lembretes ou rotinas muito estruturadas para manter a organização;
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sentir inquietação interna ou dificuldade em “desligar”;
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agir ou responder impulsivamente em determinadas situações;
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sentir frustração perante dificuldades que se repetem apesar do esforço;
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apresentar um desempenho académico ou profissional irregular;
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conseguir cumprir as responsabilidades, mas à custa de um esforço ou desgaste muito elevados;
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reconhecer que algumas destas dificuldades já estavam presentes na infância ou adolescência.
A identificação com algumas destas situações não significa, por si só, que exista PHDA. Ansiedade, depressão, alterações do sono, stress, sobrecarga, outras condições do neurodesenvolvimento, condições médicas e outros fatores podem originar manifestações semelhantes.
A avaliação permite precisamente compreender estas diferentes possibilidades.
Objetivos da avaliação
A avaliação procura construir uma compreensão integrada do funcionamento da pessoa, identificando dificuldades, recursos e estratégias de adaptação.
Entre os principais objetivos encontram-se:
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explorar a presença de características compatíveis com PHDA;
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compreender a história e evolução das dificuldades;
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avaliar o impacto no funcionamento académico, profissional, familiar, social e pessoal;
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identificar recursos e estratégias compensatórias;
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considerar outras condições ou fatores que possam explicar ou contribuir para as dificuldades;
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identificar eventuais condições coexistentes;
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orientar recomendações e os passos seguintes.
O objetivo não é procurar um determinado diagnóstico, mas obter uma compreensão clinicamente fundamentada das dificuldades apresentadas.
Áreas avaliadas
De acordo com o motivo do pedido e as necessidades identificadas, podem ser exploradas diferentes dimensões:
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Atenção e concentração: capacidade de manter e gerir o foco atencional;
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Memória de trabalho: capacidade de manter e utilizar informação necessária para realizar uma tarefa;
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Funções executivas: planeamento, organização, gestão do tempo, definição de prioridades, monitorização e conclusão de tarefas;
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Controlo inibitório e impulsividade: capacidade de inibir ou regular respostas;
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Flexibilidade cognitiva: capacidade de adaptação a alterações, novas tarefas, regras ou contextos;
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Autorregulação emocional: forma como as emoções são experienciadas e geridas e o seu impacto no quotidiano;
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Funcionamento académico e profissional: impacto das dificuldades nos estudos, trabalho e cumprimento de responsabilidades;
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Funcionamento familiar, social e relacional: impacto das dificuldades nas relações e nos diferentes contextos de vida;
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Estratégias de adaptação e compensação: formas desenvolvidas ao longo da vida para lidar com as dificuldades;
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Impacto funcional global: interferência das dificuldades no bem-estar e funcionamento quotidiano.
Nem todas as pessoas necessitam dos mesmos instrumentos ou procedimentos. A avaliação é individualizada de acordo com as questões que necessitam de ser esclarecidas.
Critérios considerados na avaliação da PHDA
A avaliação tem em consideração referenciais clínicos e diagnósticos internacionalmente reconhecidos.
A PHDA é uma perturbação do neurodesenvolvimento. Por esse motivo, a avaliação não se limita às dificuldades atuais: é também importante compreender a história de desenvolvimento e procurar evidências de manifestações durante a infância.
De acordo com o DSM-5-TR, vários sintomas devem estar presentes antes dos 12 anos de idade, ainda que nessa altura possam não ter sido reconhecidos como PHDA ou não tenha existido qualquer diagnóstico.
É igualmente necessário considerar a persistência das dificuldades, a sua presença em diferentes contextos, o impacto no funcionamento e a possibilidade de serem mais bem explicadas por outra condição.
Apresentações da PHDA
De acordo com o padrão predominante de sintomas, podem distinguir-se:
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apresentação predominantemente desatenta;
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apresentação predominantemente hiperativa/impulsiva;
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apresentação combinada.
A forma como os sintomas se manifestam pode modificar-se ao longo do desenvolvimento. Por exemplo, a hiperatividade motora mais evidente na infância pode tornar-se menos visível na idade adulta e ser experienciada sobretudo como inquietação interna.
Sintomas de desatenção
O DSM-5-TR considera nove sintomas de desatenção, que incluem:
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cometer frequentemente erros por descuido ou ter dificuldade em prestar atenção aos detalhes;
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dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades;
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parecer não ouvir quando lhe falam diretamente;
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dificuldade em seguir instruções ou concluir tarefas;
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dificuldade em organizar atividades e responsabilidades;
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evitar ou adiar tarefas que exigem esforço mental prolongado;
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perder frequentemente objetos necessários;
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distrair-se facilmente com estímulos externos ou pensamentos;
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esquecer atividades, compromissos ou responsabilidades do quotidiano.
Segundo o DSM-5-TR, a partir dos 17 anos são necessários pelo menos cinco sintomas desta dimensão; abaixo dos 17 anos são necessários pelo menos seis, persistentes durante pelo menos seis meses e inconsistentes com o nível de desenvolvimento.
Sintomas de hiperatividade e impulsividade
O DSM-5-TR considera também nove sintomas de hiperatividade e impulsividade, que incluem:
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mexer frequentemente as mãos ou os pés ou apresentar inquietação motora;
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levantar-se em situações em que seria esperado permanecer sentado;
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sentir inquietação ou necessidade de estar em movimento;
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dificuldade em realizar atividades de forma tranquila;
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sensação de estar constantemente “em movimento”;
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falar excessivamente;
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responder antes de a pergunta estar concluída;
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dificuldade em esperar pela sua vez;
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interromper ou intrometer-se nas conversas ou atividades de outras pessoas.
Também nesta dimensão, segundo o DSM-5-TR, a partir dos 17 anos são necessários pelo menos cinco sintomas; abaixo dos 17 anos são necessários pelo menos seis, persistentes durante pelo menos seis meses.
O número de sintomas não é suficiente
A presença do número mínimo de sintomas não permite, por si só, concluir pela existência de PHDA.
É necessário considerar também:
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a história de desenvolvimento;
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a idade de início das manifestações;
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a presença das dificuldades em mais do que um contexto;
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o impacto significativo no funcionamento;
-
a evolução das dificuldades ao longo da vida;
-
outras condições que possam produzir manifestações semelhantes;
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eventuais condições coexistentes.
Por esse motivo, uma avaliação de PHDA não se resume ao preenchimento de um questionário ou à realização de um teste.
Como é que é realizada a avaliação?
O processo é individualizado e pode integrar diferentes procedimentos, selecionados de acordo com o motivo do pedido e as necessidades identificadas.
Entrevista clínica
Recolha da história de desenvolvimento, percurso académico e/ou profissional, dificuldades atuais e anteriores, funcionamento nos diferentes contextos e impacto no quotidiano.
Instrumentos psicométricos
Podem ser utilizadas entrevistas estruturadas ou semiestruturadas, escalas, questionários e outros instrumentos de avaliação adequados à idade e aos objetivos definidos.
Nenhum questionário, escala ou teste permite, isoladamente, confirmar ou excluir PHDA.
Avaliação de funções cognitivas
Quando clinicamente indicado, podem ser utilizados instrumentos para explorar áreas como atenção, memória de trabalho, controlo inibitório, velocidade de processamento, flexibilidade cognitiva e outras funções executivas.
Um desempenho dentro da média num teste cognitivo não exclui, por si só, a possibilidade de PHDA.
Informação complementar
Sempre que seja clinicamente pertinente e possível, pode ser considerada informação fornecida por familiares ou outras pessoas significativas, assim como documentação relevante da infância, adolescência ou percurso escolar.
Esta informação pode ser particularmente útil para compreender a presença e evolução das dificuldades ao longo do desenvolvimento.
E quando aparentemente “está tudo bem”?
Um bom percurso académico, uma carreira profissional bem-sucedida ou a capacidade de cumprir responsabilidades não excluem, por si só, dificuldades compatíveis com PHDA.
Algumas pessoas desenvolvem estratégias compensatórias que lhes permitem manter um funcionamento aparentemente adequado: listas constantes, vários alarmes, rotinas muito estruturadas, trabalho sob pressão, verificação repetida das tarefas ou investimento de muito mais tempo e esforço para evitar esquecimentos e falhas.
Por isso, na avaliação importa compreender não apenas se a pessoa consegue responder às exigências, mas também como consegue, quanto esforço necessita e qual o impacto desse esforço no seu bem-estar.
Aquilo que é visível externamente nem sempre traduz as dificuldades ou o desgaste experienciados.
Resultados e relatório
Após a integração da informação recolhida e dos resultados obtidos, é realizada uma sessão de devolução, na qual são explicadas as principais conclusões da avaliação e discutidas recomendações ajustadas às necessidades identificadas.
É elaborado um relatório de avaliação, que integra os elementos relevantes do processo de avaliação, os resultados, a respetiva interpretação e as conclusões psicológicas.
Quando indicado, poderá ser recomendada articulação com o médico assistente ou com Psiquiatria para integração da informação no processo clínico, avaliação médica, diagnóstico médico e eventual decisão terapêutica ou farmacológica.
E se os resultados não forem consistentes com PHDA?
A avaliação não perde a sua utilidade.
O objetivo não é confirmar uma expectativa prévia, mas compreender de forma rigorosa aquilo que poderá estar associado às dificuldades apresentadas.
Quando os resultados não são consistentes com PHDA, a avaliação pode ajudar a identificar outras hipóteses explicativas, necessidades de avaliação adicional ou áreas que possam beneficiar de intervenção.
Compreender melhor a origem das dificuldades permite orientar os passos seguintes de forma mais informada.
Depois da avaliação
As recomendações dependem das necessidades identificadas e podem incluir:
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acompanhamento psicológico;
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psicoeducação;
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desenvolvimento de estratégias de organização, planeamento e gestão do tempo;
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estratégias dirigidas à procrastinação e à iniciação e conclusão de tarefas;
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desenvolvimento de estratégias de autorregulação;
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intervenção sobre o impacto emocional das dificuldades;
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adaptações académicas ou profissionais, quando justificadas e aplicáveis;
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articulação ou encaminhamento para outros profissionais de saúde.
A avaliação permite compreender as dificuldades, mas também identificar recursos e estratégias que possam contribuir para um funcionamento quotidiano mais ajustado às necessidades individuais.
Compreender pode ser o primeiro passo
Quando dificuldades de atenção, organização, procrastinação, impulsividade ou autorregulação persistem e interferem no quotidiano, procurar compreendê-las pode ajudar a encontrar respostas mais adequadas.
Para a própria pessoa, para familiares ou para quem acompanha alguém com estas dificuldades, uma avaliação permite substituir suposições por uma compreensão clínica estruturada e fundamentada.
O objetivo não é atribuir um rótulo, mas compreender o funcionamento individual, clarificar as dificuldades e orientar os passos seguintes.
Conclusão
A avaliação da PHDA constitui um passo importante para compreender o próprio funcionamento cognitivo e emocional e identificar fatores que contribuem para dificuldades persistentes no dia a dia.
Com acompanhamento adequado, é possível desenvolver estratégias eficazes, reforçar a autoconfiança e melhorar a organização diária, a qualidade de vida e o funcionamento académico, profissional e interpessoal.
A informação disponibilizada nesta página tem caráter geral e psicoeducativo e não substitui uma avaliação psicológica ou médica individualizada.
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O e-book não constitui um instrumento de avaliação ou diagnóstico e não substitui uma avaliação ou acompanhamento individualizado por profissionais de saúde.

